Pular para o conteúdo principal

#4 A tragédia da submissão feminina

#4 A tragédia da submissão feminina

  Olá leitores, li certas coisas no X que me fez querer vir aqui despejar toda a minha raiva do momento. Eu não dormirei em paz se não fizesse essa postagem agora.
 
Mulheres são uma tragédia. Uma mentira que o mundo aceita como verdade. Mulheres são chamadas de "vagabundas" por terem coragem de sair de casa, de se divertir, de se deixar levar pelo desejo. E o pior? Elas não tem vergonha em engravidar do zé droguinha, aquele que não sabe nem o que é amor, só sabe de cerveja e pão de queijo (não sou mineiro, haha).
 
Isso é só a superfície e já é um terror ter que aceitar que as mulheres são assim. Agem como animais irracionais somente a procura de uma coisa que vocês sabem bem o que é. A mulher, quando se relaciona com o cracudinho que, obviamente irá abandoná-la quando a mesma engravidar, ela sabe que isso vai acontecer e que é um futuro irreversível. Muitos olham para isso e julgam mulheres como animais ilógicos, distópicos da racionalidade, a julgam como "burras". Porém, o que ninguém vê, é que a mulher GOSTA de ter essa vida de submissa do criminoso. Ela GOSTA de ser judiada. Ela GOSTA de ser tratada como estrume por criminosos.

Isso é o que chamo de "vagabunda". Ela, a mulher "moderna", que se diz independente, emancipada, que se diz forte. Mas, no fim, não passa de uma fêmea que se deixa levar pela luxúria, pela falta de planejamento. Ela é o símbolo da sociedade que diz: "você pode ser tudo, desde que fique comigo".
 
A mulher vagabunda não tem vergonha de usar o homem como instrumento de reprodução, como um suporte emocional, como uma garantia de status. Ela não tem vergonha de se divertir, viver as "aventuras" com o trombadinha. Mas, quando o momento passa, ela também não tem vergonha de buscar um homem provedor que vá salvá-la e assumir o papel de pai.
 
E o zé droguinha? Bom, ele é naturalmente o símbolo da masculinidade fraca, da incapacidade de se estabelecer. Mas a mulher, ao engravidar dele, não apenas o escolhe; ela o legitima. Ela o transforma em algo mais do que um simples homem. Ela o torna um "pai" e um "marido". Mesmo que ele não tenha a capacidade.
 
Portanto, a identidade feminina é um sistema de controle: ela é construída para que a mulher se enquadre em papéis específicos, para que ela seja usada, valorizada, abandonada, e depois revalorizada novamente. É isso que a mulher representa: não uma escolha, mas uma construção social, uma regra que elas mesmas reforçam ao se deixarem levar pelo zé droguinha.
 

É isso que a torna uma fêmea, e não uma mulher. É isso que a faz ser uma tragédia. 

 
 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

#1 Homens são mais importantes do que as mulheres

#1 Homens são mais importantes do que as mulheres *sem generalização de ambos*     Olá, leitores Essa é a primeira postagem do blog, um lugar para discutir, criticar e refletir sobre o papel das mulheres na sociedade, sem medo de ser direto, sem calúnia, e sem medo de dizer a verdade (só não exagerem nas palavras, acompanham a página de Regras já postada).   Você já se perguntou por quê as mulheres, em média, tem mais filhos, mais problemas financeiros, mais divórcios, mais dependência em drogas, mais violência doméstica, mais desemprego, mais casos de abuso sexual, mais violência contra a própria espécie... você já pensou em por que isso acontece?   Pois é, não é por acaso. A mulher é um ser que, em muitos casos, não tem a força mental, a determinação, a disciplina e o autocontrole que o homem tem. Ela é programada para ser mãe, esposa, cuidadora, e não mais que isso. Isso não é um ato de discriminação, é uma realidade sociológica e biológica.   Vamos cita...

#2 Mulheres que são fáceis

 #2 Mulheres que são fáceis E ai, leitores. Hoje quero falar sobre algo que penso há tempos, e ver uma situação semelhante no X me fez querer escrever isto aqui hoje.  A gente já viu muita ladainha, muita "empoderada" que não passa de um discurso de gênero que serve para justificar o que a gente vê de dia a dia: mulheres que se deixam levar, que não tem firmeza, que se entregam sem questionar, sem pensar, sem se proteger.    Ser fácil é um sinal de fraqueza, não de sedução A gente vê   essas mulheres por aí, que se deixam falar, que se deixam fazer, que se deixam usar. Elas são chamadas de "fáceis" por causa da forma como se entregam, mas o que isso realmente significa? Que elas não tem autoestima, que não sabem dizer não, que não tem limites. Essas mulheres são usadas, não são amadas e elas GOSTAM disso. Elas se deixam levar pelo primeiro cara que a quer (se for chadpillado, descolixo, trombadinha), sem questionar o que ele quer delas. Elas se deixam fazer...

#3 Mulher é sinônimo de infidelidade

#3 "Mulher"   é sinônimo de "infidelidade" Olá, leitores   Na postagem de ontem, avisei que hoje eu iria comentar sobre o caso da mulher que traiu o seu marido por um longo tempo e, em meio a descoberta da traição, o marido matou seus filhos e se matou em seguida. Esta postagem é para falar um pouco sobre o caso e centrar mais sobre o tema (descrito no título).   Há algo deprimente e perturbador, mas de fácil aceitação nos dias de hoje, quando uma família é destruída não por pobreza ou doença ou por guerra como antigamente. Mas por escolhas. E essas escolhas são feitas, na maioria das vezes, por mulheres. Elas, com seus desejos egoístas e o seu falso amor, conseguem transformar casamentos e relacionamentos familiares em um completo caos.   Contextualizando o caso: >uma mulher trai o marido >conflitos começam >humilhação, desprezo e manipulação emocional da parte da mulher Tudo isso resultam em: o pai mata seus filhos e, no fim, tira a sua própria vida. ...